Trabalhadores do Hospital Regional Deputado Luís Eduardo Magalhães (HRDLEM), em Porto Seguro, afirmam estar com o pagamento de verbas rescisórias atrasado após o fim do contrato entre o Instituto Setes e o Governo da Bahia.
O distrato foi anunciado no dia 3 de junho deste ano após a Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia) identificar inconformidades assistenciais, operacionais e administrativas. Entre os problemas encontrados pela pasta estavam atraso no pagamento de salários e equipamentos em situação de abandono.
Com isso, uma comissão foi convocada para assumir a gestão hospitalar no momento de transição e garantir que o atendimento não fosse interrompido.
No entanto, um relato feito ao bahia.ba aponta que diversos profissionais que foram demitidos do Hospital Luis Eduardo Magalhães devido ao fim do contrato entre o Estado e a Sete estão sem receber o valor da rescisão desde o dia 25 de junho.
O ex-funcionário contou que eles não receberam esclarecimentos sobre o atraso do pagamento, apenas a informação de que o Instituto Sete estaria aguardando repasses da Sesab. Segundo a fonte, sindicatos planejam entrar com ações para garantir os direitos dos funcionários, mas os trabalhadores deveriam pagar entre 12% e 20% do valor recebido pelo procedimento.
Por fim, a pessoa afirmou que a única informação concreta é de que eles irão receber por 15 dias trabalhados junto à nova empresa responsável pelo hospital no início deste mês.
A reportagem do bahia.ba tentou contato com o Instituto Setes e com a Sesab através do e-mail, mas, até o momento de publicação, não recebeu respostas. O espaço de manifestação segue aberto. Bahia.ba









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